A RAINHA VERMELHA – RESENHA

Processed with VSCO with hb2 presetDepois de muito tempo tendo A rainha vermelha de Victoria Aveyard como meta no skoob, enfim conheci a história dos vermelhos e prateados.

O livro conta a história de uma realidade alternativa em que a população é divida em sangue vermelho, os desprezados, e sangue prateado, os poderosos. Mare Barrow protagonista do livro, é uma garota de 17 anos de sangue vermelho que mora em Palafitas, algo como um condado, e já se despediu de três dos seus irmãos mais velhos que foram para guerra. Próximo de seu recrutamento Mare acaba conhecendo um rapaz que a garante numa celebração dos prateados, e quando parece que vai dar tudo errado ela descobre que possui um super poder, benefício que até então só os prateados possuíam. O país vem sofrendo uma série de atentados rebeldes e Mare se encontra entre vermelhos e prateados que não pode confiar.

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O QUE EU ACHEI

Esse tipo de história pra quem já leu Jogos VorazesDivergente, não é nada muito inédito. Talvez se eu tivesse lido ele antes de qualquer um dos citados anteriormente, fosse um pouco mais emocionante. Isso não quer dizer que eu não gostei do livro, na verdade gostei sim e achei bem legal a questão dos sangues.

Outro livro que também me passou pela cabeça quando comecei a história foi A seleção

No entanto encrenquei com alguns pontos do livro:

I- logo de início não consegui visualizar bem a cena do momento que Angelina está demonstrando seu poder e em que Mare descobriu que possuía um –  não sei se li muito rápido ou se a autora não soube descrever muito bem a cena-. Também achei que a cena de quando Julian canta/ hipnotiza os guardas para o grupo da Guarda fugir, foi mal feita. Não é atraente e soa bem amadora;

II- até certo ponto gostei de Mare, mas depois por um simples acontecimento ela passou a detestar o personagem Cal e eu passei a detestar ela,– como ela queria defender a família dela os outros também tem suas prioridades, nem todos lutam pela mesma causa e parece que Mare não entende isso. Chega a ser bem egoísta;

III- a escrita da autora tem o que evoluir, o tempo todo a personagem fica tirando conclusões de tudo, tendo pensamentos como uma segunda voz, assim mesmo em itálico no livro, isso me incomodou de tão repetitivo que foi.

Dos personagens em si só gostei mesmo de um, o Cal. Não simpatizei por nenhum outro, mas quem sabe na sequência.

Pra quem gosta de fantasia e livros como Jogos Vorazes e Divergente, tem grande chance de gostar desse também.

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O LIVRO FÍSICO

Ele tem pouco mais de 400 páginas amareladas e com ótimas fontes. As capas prateadas são muito bonitas e bem difíceis de fotografar e as poucas ilustrações em branco e cinza também são legais. As orelhas são largas, o que eu costumo gostar, mas nesse livro tem que ter bastante cuidado para não danificá-las. Espaçamento e margens são super confortáveis.

4/5

Xoxo;)

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